Começa aquecimento dos blocos de rua do Rio

19 de janeiro de 2014

#Carnaval


Rio de Janeiro – Faltando mais de um mês para o carnaval, o aquecimento para o carnaval de rua já começou, com os ensaios gratuitos de vários blocos, em locais como o Aterro do Flamengo, Copacabana, a Lapa e Santa Teresa, além de festas animadas por blocos.

A presidenta do Grito da Sebastiana, Rita Fernandes, adianta que o calendário de eventos é grande, incluindo o ensaio do Bloco das Carmelitas, na Praça Tiradentes; do Escravos da Mauá, todas as sextas-feiras até o carnaval; e sorvetada do Gigantes da Lira, na Praça General Glicério, em Laranjeiras, para aquecer o "carnaval da criançada".

Ontem (18), teve o Grito da Sebastiana, festa anual da entidade que reúne tradicionais blocos de rua do carnaval carioca e marca o início da festa. Hoje (19), tem ensaio do Bloco de Segunda e do Que Merda é Essa, a partir das 16h na Praia de Copacabana, altura da Rua Miguel Lemos.

No dia 26 de janeiro, é a vez do Suvaco do Cristo; no dia 2 de fevereiro, tem Meu Bem,Volto Já e Escravos da Mauá; em 9 de fevereiro, o Bloco das Carmelitas; em 16 de fevereiro, Simpatia É Quase Amor e Bloco do Barbas; e no dia 23 de fevereiro, tem o ensaio do Bloco Virtual. Os desfiles oficiais dos blocos da Sebastiana começam no dia 15 de fevereiro, com o Imprensa Que Eu Gamo, em Laranjeiras.

"Como o carnaval é só em março, abre a janela para um grande calendário de eventos, é o que vai ocorrer este ano. Vai ser difícil até escolher o que a pessoa quer fazer, porque vai ter eventos demais. São muitas escolhas de samba, lançamento de sambas, ensaios", diz Rita. A programação ainda não está fechada, mas poderá ser consultada na página http://www.sebastiana.org.br/.

Rita Fernandes explica que, este ano, os blocos estão espalhados por vários pontos da cidade. "Ao mesmo tempo que o carnaval vai crescer muito em número de foliões, por outro lado, vai haver uma descentralização do carnaval que ocorria muito na zona sul e no centro. A gente está vendo que vai espalhar muito para a zona norte e para a zona oeste, porque novos blocos surgiram, são outras opções. Isso faz com que haja uma distribuição melhor pela cidade e mais opções para o folião circular".

Ela lembra que o Simpatia é Quase Amor e o Barbas comemoram 30 anos em 2014 e prepararam vários eventos comemorativos. E os blocos Escravos da Mauá e o Meu Bem, Volto Já completam 20 anos.

A Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro vai divulgar nesta semana a programação oficial dos cerca de 500 blocos que desfilarão este ano. De acordo com o órgão, o período carnavalesco inicia 30 dias antes do carnaval, que começa no dia 1º de fevereiro, até o domingo depois do desfile das escolas de samba campeãs na Sapucaí, dia 9 de março.


Fonte: Agência Brasil

Orquestra Jovem de Paquetá tocará na Alemanha

#Entretenimento


Rio de Janeiro - A Orquestra Jovem Paquetá, formada por 20 jovens de 13 a 22 anos, moradores da Ilha de Paquetá, na Baía de Guanabara, embarca sábado para uma turnê na Alemanha. A orquestra faz parte de um projeto de capacitação artística e cultural com a música sinfônica, as artes integradas e a cidadania, o Bem Me Quer Paquetá.

A formação do grupo musical teve início no ano 2000. "No começo, os jovens eram conhecidos como os Flautistas de Paquetá, mas aos poucos, com a entrada de outros instrumentos, foi se definindo a orquestra", conta o coordenador do projeto, José Lavrador. Segundo ele, os jovens músicos chegaram a um nível de maturação que os capacita para a turnê.

Antes da viagem, a orquestra fará uma apresentação de despedida, o "Concerto de Bota-Fora", amanhã (20), na Casa de Artes Paquetá. O repertório, exclusivamente de compositores brasileiros, será o mesmo que os jovens apresentarão em cinco cidades alemãs, até o dia 9 de fevereiro.

"A perspectiva de uma viagem internacional provoca impacto muito grande sobre os jovens, porque muitos deles nunca tiveram oportunidade de sair do Brasil e alguns pouco conhecem outros lugares, além de Paquetá", conta Lavrador.

Além das apresentações das obras de compositores como Villa-Lobos, Carlos Gomes, Alberto Nepomuceno, Guerra-Peixe, Lorenzo Fernández, Sivuca, Tim Rescala e Tom Zé, os jovens vão interagir com músicos locais e participar de um ensaio aberto da Orquestra Filarmônica de Berlim, uma das mais prestigiadas do mundo.


Matéria: Agência Brasil
   

Serviços de música online revolucionam direitos autorais

#Informativo


Brasília - "Que discos levar para uma ilha deserta?" Atualmente, a resposta poderia ser todas as músicas do mundo. Por meio dos serviços de streaming (execução online), um acervo ilimitado de canções pode ser ouvido pela internet. Basta pagar uma mensalidade para ter acesso a músicas de todos os estilos e de todas as épocas no computador, no celular, no tablet e até em determinados tipos de televisão.

Usada em uma peça de serviços de música pela internet, a pergunta sobre a ilha deserta revela que o streaming de canções está provocando uma revolução no mercado musical. Segundo especialistas, as inovações não se limitam à comodidade. O próprio sistema de direitos autorais, dizem, poderá encontrar o caminho para sair do impasse entre as gravadoras e as mídias digitais.

"Os serviços de streaming permitem que a indústria e os provedores de internet enfim cheguem a um acordo sobre o pagamento de direitos autorais. O conceito de ter uma assinatura que dá direito a ouvir tudo, em qualquer lugar, não invalida o consumo individual da música e monetiza [leva dinheiro] para as gravadoras. Basta deixar de pagar para não ter mais acesso", explica o advogado Sydney Sanches, presidente da Comissão de Direito Autoral e Propriedade Industrial do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).

Segundo Sanches, sistemas de assinatura online como Deezer, Terra Napster e Spotify (em fase de teste no Brasil) representam a terceira fase da distribuição digital de músicas. A primeira, relata, consistia no controle do suporte físico (LP e CD) pelas gravadoras, na época em que a indústria tentou proibir a qualquer custo a reprodução de canções pela internet. A segunda, diz, surgiu em meados dos anos 2000, quando as gravadoras chegaram a um acordo com algumas empresas e surgiram as páginas de download legalizado.

As ferramentas de streaming, ressalta o advogado, são mais flexíveis que as lojas digitais de música. "Nas lojas online, o suporte é digital, mas o raciocínio ainda é analógico. O usuário precisa comprar e armazenar cada canção", explica Sanches. "O avanço definitivo só veio com os serviços de músicas online, que harmonizaram o conceito de internet e a distribuição de conteúdos artísticos", completa.

Para o especialista em direito autoral Allan Rocha de Souza, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), os serviços online de assinatura mostram que tanto as gravadoras como as empresas de internet estão amadurecendo e adaptando-se à realidade do século 21. "A indústria começou a oferecer opções em vez de apenas brigar com os sites", diz.

De acordo com o professor, a internet fez a indústria perder o controle sobre a produção de conteúdos artísticos e criou uma demanda efetiva por acesso à cultura. "A indústria tentou reprimir num primeiro momento, o que gerou briga. Levou muitos anos para as gravadoras se convencerem de que era necessário encontrar outra solução e passar a arrecadar com a internet", declara.

Apesar das vantagens para o consumidor e de uma perspectiva para as gravadoras, Souza diz que os serviços de streaming ainda estão em fase inicial e precisam amadurecer. "Acredito que essas ferramentas ainda não atendem à demanda por cultura, seja por mensalidades altas, seja pelo caráter temporário dos downloads. Alguns serviços permitem que os usuários baixem músicas para ouvirem quando estiverem desconectados, mas as bloqueiam assim que ele sai do serviço", critica.

Outro ponto de preocupação, destaca o professor, consiste na possível invasão de privacidade pelas empresas que oferecem os serviços de streaming. "As empresas detêm a informação sobre o que cada um ouve. Isso abre brecha para comportamentos abusivos, como a inserção de anúncios e sugestões personalizadas", adverte.

Em relação à pirataria, Sydney diz que as ferramentas de assinatura online contribuem para diminui-la, embora não sejam capazes de erradicar o consumo ilegal de músicas. "Qualquer serviço tem custos, que são pagos pelos consumidores. É impossível abolir a pirataria, que é de graça. O desafio, para os próximos anos, é oferecer serviços legais, de qualidade e de baixo custo", analisa.


Matéria: Agência Brasil
 



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